Documentário sobre a vida e carreira de Inezita Barroso dá 0.7 ponto na Cultura

Realizado em 2018 pela equipe da TV Cultura em parceria com o instituto Itaú Cultural, o documentário “Inezita” foi exibido nesta quarta-feira, 04 de março. Nesse dia, a dama da música raiz e apresentadora do “Viola Minha Viola” completaria 95 anos.

Inezita somou mais de 60 anos de carreira – quase 35 deles à frente do Viola, Minha Viola, programa que se tornou espaço único de defesa da música caipira, sendo por anos o programa mais visto da emissora. Como apresentadora, comprou várias brigas por admitir apenas a presença de artistas que procuravam manter a tradição do gênero musical que abraçou. Não admitia, por exemplo, baterias e teclados no palco da atração.

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À sua jornada na televisão e às apresentações musicais como cantora, Inezita Barroso somou outras atividades: foi atriz de cinema – tendo ganhado o Prêmio Saci de Melhor Atriz de 1955, dirigida por Alberto Cavalcanti –, pesquisadora, folclorista, radialista e professora universitária. Poucos sabem, mas em sua trajetória de cantora, ela não foi motivada somente pela música caipira, mas também pelo samba. Para Paulo Vanzolini, foi a melhor intérprete do gênero no País.

Segundo dados consolidados do Ibope, o documentário ”Inezita” registrou em São Paulo, média de 0.7 ponto com pico de 1, deixando a TV Cultura na quinta colocação.

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Guilherme Beraldo é jornalista e assina os sites 'Portal 4' e 'Aqui Tem Fofoca'. Crítico de TV, participou dos programas 'A Tarde É Sua', 'Mulheres', 'Versátil e Atual' e 'Conexão'. Siga-me no Twitter: @beraldotv