População já começa a estocar alimentos em novo ‘lockdown’

China
Imagem: Reprodução

Passando por mais um surto de Covid-19, o governo da China pediu para a população estocar mantimentos de necessidades diárias. As autoridades estão com receio de faltar mantimentos e o desabastecimento já em dezembro.

Na noite de segunda-feira (1), o Ministério do Comércio pediu que “as famílias a armazenarem uma certa quantidade de produtos de necessidade diária, conforme necessário para atender a vida cotidiana e emergências”.

Entretanto, o governo não faz menção a uma possível falta de alimentos e não explicou o que motivou às instruções. Há uma apreensão que um forte surto de Covid-19 possa interromper o abastecimento de alimentos. Não está descartado um novo ‘lockdown’.

Além da doença, a China passa por uma crise nos preços do vegetais, causado pelas fortes chuvas que atingiram o país.

CHINA: EM BUSCA DE ALIMENTOS

Logo após o governo chinês postar a mensagem, diversos moradores correram para estocar arroz, óleo de cozinha e sal. Assim que a noticia foi divulgada, idosos correram aos supermercados, causando filas e e a escassez de alimentos em alguns estabelecimentos.

A imprensa chinesa divulgou uma lista de bens recomendados para estocar em casa. Nos itens citados estão: biscoitos, vitaminas, macarrão instantâneo, pilhas e lanternas.

GOVERNO DE OLHO EM POSSÍVEL NOVO SURTO

O apelo saiu em meio a um período considerado estratégico em relação a pandemia da Covid-19, apesar dos números de infecções estarem em níveis considerados baixos.

As medidas sanitárias propostas pelo governo inclui o fechamento de fronteiras, ‘lockdowns’ pontuais e longos períodos de quarentena.

Outra preocupação do governo é que Pequim sediará as Olimpíadas de Inverno, marcada para iniciar em 4 de fevereiro de 2022.

Na última segunda-feira (1), a China registrou 92 novos casos de Covid-19. O maior patamar desde setembro deste ano.

O governo restringiu algumas viagens interprovinciais, aumentou os testes e pediu à população que adie reuniões sociais como casamentos e banquetes.

A China mantém suas fronteiras fechadas desde março de 2020 e vem implantando uma política rígida para quem chega ao país. Todos são obrigados a cumprir quarentena e realizarem testes diários.

Desde o começo da pandemia, a China registrou 4.636 mortes em decorrência do coronavírus e 97.243 infecções, segundo dados oficiais.

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Sobre Guilherme Beraldo 4896 Artigos
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