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Carlos Alberto diz que sofreu censura de “desocupados”

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Carlos Alberto de Nóbrega afirmou que anteriormente o SBT o proibiu de fazer algumas piadas em algumas gravações de A Praça é Nossa. Segundo apresentador, emissora podou algumas esquetes que queria fazer no famoso humorístico, o que ele entendeu como censura. Essa declaração foi dada no podcast PodC, de Celso Portiolli.

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Carlos Alberto afirma que parou uma gravação do quadro do João Plenário. A ideia era de o político fictício usar um cocar de índio em uma gravação que ir ar no dia 20 de abril, após a data especial para os indígenas. Porém, posteriormente, ele entrou em cena sem o cocar. Nesse ínterim, o apresentador afirma que algumas pessoas afirmam que essa atitude é para o bem do programa. Também falaram que era proibido fazer qualquer tipo de brincadeira com índio. Ele rebateu com a produtora e disse que a cena só podia ser brincadeira já que índio é uma raça.

Por causa desse incomodo, posteriormente, ele preferiu não gravar. Carlos Alberto ressaltou que achava um absurdo que militares definissem o que poderia ou não ir ao ar. E agora uma média dúzia de desocupados ficam inventando o politicamente correto. O humorista ainda afirmou que além de não poder fazer piada com índio não pode com anão.

Foto: Reprodução/PodC

Anteriormente, Carlos Alberto criticou politicamente correto

Em 2017, Carlos Alberto criticou o politicamente correto. No final do programa de 28 de setembro daquele ano encerrou o humorístico com essa declaração. Ele disse que se irrita com isso e acha essa iniciativa um preconceito que o blinda. O apresentador contou que em uma situação um cigano criticou um personagem que uso a indumentaria cigana e estava bêbado . Ele explicou que o quadro, na verdade, era de uma pessoa que queria dar um golpe. E que jamais passa pela sua cabeça agredir uma religião, um povo ou pensamento.

Ele pediu desculpa e dedicou o programa a todos os ciganos.

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